O Homem que via Beleza em todas as Coisas

NAMIGASO

Em O Homem que via Beleza em Todas as Coisas acompanhamos a viagem pela infância e adolescência de um rapaz que consegue ver para além das coisas comuns e se fascina com a beleza contida na simplicidade de uma gota de orvalho ou na vida atarefada de um carreiro de formigas. 

A vontade de partilhar essa beleza e deixar nos outros a impressão que essas coisas maravilhosas e de espanto lhe causam é um desafio que lhe surge e entristece, porque o tempo é fugaz e a beleza dos pequenos momentos efémera: «Mas, na maioria das vezes, quando chegava ao lugar onde o maravilhoso lhe tinha aparecido, o sol já tinha andado um bocadinho ou o vento varrido as nuvens e aquilo que tanto o tinha espantado já não existia ou tinha mudado. 

Chorava, às vezes, pois as coisas que via eram tão belas que as queria guardar, pelo menos, na memória de outra pessoa.»

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