Yuri Hideki presenteia-nos com uma fábula em que prima pela originalidade. Com o dom de brincar com os opostos, opera uma síntese existencial de convívio espontâneo e amável. De realçar o alcance do diálogo, entre humanas gerações, simbolicamente aliado a um cenário de prosopopeia, em que predomina um arvoredo gigante.
Afinal o amor, patente neste enleio fabuloso, não é algo, mas sim alguém.
João d’Alcor
