Ler (não) é uma seca

Raquel Medeiros

" Foi então que se desenhou naquela página um caminho muito longo e estreito em terra que parecia não ter fim. Ele seguiu na sua direcção para descobrir onde iria dar. Atravessou uma floresta muito escura e assustadora onde não via nada além das árvores enormes que faziam sombras estranhas com os seus galhos e pareciam que o observavam. Já estava a ficar cansado de tanto andar quando deu por ele em frente a um portão muito velho e alto. Teve de empurrá-lo com muita força, pois era muito pesado. Do outro lado estava um castelo e por trás ao fundo a luz da lua redonda e branca mostrava pequenos morcegos a esvoaçarem."

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