Gil Furtado

Gil sempre gostou de histórias.

Em pequeno, assim que podia, sentava-se atento a ouvir os mais velhos conversar ou passava horas a fio a folhear volumes de enciclopédias e a ler todos os jornais e livros que conseguisse encontrar.

Nascido em plena ditadura, num Ribatejo de gente trabalhadora, mas oprimida, cedo percebeu a importância da democracia e se tornou seu ferrenho defensor.

Em jovem adulto, quando trabalhava como analista de informática para um dos maiores bancos nacionais, a sua luta pela liberdade obrigou-o a passar pela prisão de Caxias. Só por si, as histórias desse tempo já davam um livro…

Mais tarde tornou-se pai e, entretanto, avô. Continua a ser um grande conversador, com estantes repletas de livros que (re)lê com muita frequência. Tal como aos filhos, o que mais gosta de ensinar aos netos é o valor da liberdade de expressão, por isso lhes diz: “Lembrem-se, a Democracia constrói-se e o caminho faz?se andando...”

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