Sandra Januário

Sandra Januário sempre gostou de palavras, primeiro de dizê-las, mais tarde de escrevê-las.

Ainda mal conhecia o alfabeto e já contava histórias por si inventadas às barbies e bonecas de trapo à hora do chá.

Gosta de ler para aprender, para sonhar.

Gosta do cheiro a terra molhada, de cerejas, do mar e de pisar as folhas amarelecidas pelo Outono.

Gosta de noites de lua cheia ou gorda como a prefere chamar.

Quando muito pequena e por não conseguir pensar o abstracto, acreditava que Deus morava na lua, por ser em concreto a única casa possível no céu.

Era à lua e ao seu habitante que pedia desejos.

Desejou ter três filhas, ser psicóloga e escrever um livro.

Alguém a escutou com muita atenção já que lhe foi concedido o que mais queria.

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